A presidente do PT, senadora Gleisi Hoffmann (PR), se reuniu ontem (5), em Brasília, com o governador de Pernambuco, Paulo Câmara
(PSB), para discutir o cenário eleitoral no estado e a viabilidade de
uma aliança entre as duas legendas. Candidato à reeleição, Paulo Câmara
quer o PT ao seu lado para manter o PSB à frente do Palácio do Campo das
Princesas pelo quarto mandato consecutivo.
(PSB), para discutir o cenário eleitoral no estado e a viabilidade de
uma aliança entre as duas legendas. Candidato à reeleição, Paulo Câmara
quer o PT ao seu lado para manter o PSB à frente do Palácio do Campo das
Princesas pelo quarto mandato consecutivo.
Eleito em 2014, Câmara entrou na política pelas mãos do ex-governador
Eduardo Campos – morto em um acidente aéreo durante a campanha, quando
era candidato à Presidência. De perfil técnico, ele foi secretário de
três governos do PSB em Pernambuco e, atualmente, conta com uma vasta
aliança, que reúne cerca de 16 partidos na Frente Popular de Pernambuco.
Eduardo Campos – morto em um acidente aéreo durante a campanha, quando
era candidato à Presidência. De perfil técnico, ele foi secretário de
três governos do PSB em Pernambuco e, atualmente, conta com uma vasta
aliança, que reúne cerca de 16 partidos na Frente Popular de Pernambuco.
A conversa entre Gleisi e Câmara faz parte da estratégia traçada pelo
PT de se unir ao PSB em pelo menos 10 estados, garantindo palanques
estaduais para a candidatura do partido à Presidência da República. Para
isso, os dois partidos seguem buscando um entendimento nacional. As
alianças consideradas mais importantes são em Pernambuco e Minas Gerais,
onde o governador Fernando Pimentel (PT) também tentará se reeleger.
PT de se unir ao PSB em pelo menos 10 estados, garantindo palanques
estaduais para a candidatura do partido à Presidência da República. Para
isso, os dois partidos seguem buscando um entendimento nacional. As
alianças consideradas mais importantes são em Pernambuco e Minas Gerais,
onde o governador Fernando Pimentel (PT) também tentará se reeleger.
Em Pernambuco,
a dificuldade entre os petistas é a pré-candidatura da vereadora
Marília Arraes ao governo do estado, que conta com larga simpatia da
militância e é contrária ao acerto com Câmara. Neta do ex-governador
Miguel Arraes e prima de Eduardo Campos, Marília tem se apresentado com
alto índice de intenções de votos e poderia levar a disputa para o 2º
turno.
a dificuldade entre os petistas é a pré-candidatura da vereadora
Marília Arraes ao governo do estado, que conta com larga simpatia da
militância e é contrária ao acerto com Câmara. Neta do ex-governador
Miguel Arraes e prima de Eduardo Campos, Marília tem se apresentado com
alto índice de intenções de votos e poderia levar a disputa para o 2º
turno.
O grupo tático eleitoral do PT já recomendou a aliança com Paulo
Câmara e está marcada para o próximo dia 10 de junho a convenção
estadual da legenda, onde 300 filiados irão decidir qual será o destino
do partido no estado. O assunto está no radar das reuniões nacionais do
comando petista, que tem mantido diálogo com a ala da legenda que
defende candidatura própria.
Câmara e está marcada para o próximo dia 10 de junho a convenção
estadual da legenda, onde 300 filiados irão decidir qual será o destino
do partido no estado. O assunto está no radar das reuniões nacionais do
comando petista, que tem mantido diálogo com a ala da legenda que
defende candidatura própria.
A expectativa de Gleisi e da direção nacional petista é convencer
esse grupo sobre a importância da aliança com o PSB para o cenário
nacional, além da união entre as duas legendas em outros estados. Nessa
coligação, o senador Humberto Costa (PT) disputaria a reeleição e a
segunda vaga ficaria com o deputado Jarbas Vasconcelos (MDB), que rompeu
com a direção nacional do partido por sua posição crítica ao governo de
Michel Temer.
esse grupo sobre a importância da aliança com o PSB para o cenário
nacional, além da união entre as duas legendas em outros estados. Nessa
coligação, o senador Humberto Costa (PT) disputaria a reeleição e a
segunda vaga ficaria com o deputado Jarbas Vasconcelos (MDB), que rompeu
com a direção nacional do partido por sua posição crítica ao governo de
Michel Temer.
Apesar da reunião ter ocorrido, as lideranças ainda não se
manifestaram e nem deram detalhes do diálogo até está quarta-feira, dia
6, segundo apurou o Blog do Robério Sá.
manifestaram e nem deram detalhes do diálogo até está quarta-feira, dia
6, segundo apurou o Blog do Robério Sá.
Monteiro e Mendonça na oposição.
Do lado da oposição em Pernambuco, o senador Armando Monteiro Neto
(PTB) é o candidato ao governo do estado numa coligação com o DEM e o
PSDB, além do PRB, Podemos, PPS, PRTB e PV. Ex-ministro do governo
Dilma, Armando Monteiro é empresário do setor sucroalcooleiro e segue na
política como integrante de uma família tradicional pernambucana.
(PTB) é o candidato ao governo do estado numa coligação com o DEM e o
PSDB, além do PRB, Podemos, PPS, PRTB e PV. Ex-ministro do governo
Dilma, Armando Monteiro é empresário do setor sucroalcooleiro e segue na
política como integrante de uma família tradicional pernambucana.
Na chapa “Pernambuco quer mudar” , que conta com o apoio do senador
Fernando Bezerra Coelho, do MDB, o ex-ministro da Educação do governo
Temer, Mendonça Filho (DEM), é o candidato a uma cadeira do Senado. A
segunda vaga ainda será decidida e os nomes mais cotados são dos
deputados federais Silvio Costa (Avante) e Bruno Araújo (PSDB), também ex-ministro de Temer, e do deputado estadual André Ferreira (PS). (JB).
Fernando Bezerra Coelho, do MDB, o ex-ministro da Educação do governo
Temer, Mendonça Filho (DEM), é o candidato a uma cadeira do Senado. A
segunda vaga ainda será decidida e os nomes mais cotados são dos
deputados federais Silvio Costa (Avante) e Bruno Araújo (PSDB), também ex-ministro de Temer, e do deputado estadual André Ferreira (PS). (JB).
