partido, a pré-candidatura do presidente da Câmara dos Deputados,
Rodrigo Maia (RJ), à Presidência da República. Aliado histórico do PSDB, o DEM não tem um candidato próprio na
corrida ao Palácio do Planalto desde as eleições de 1989, quando
Aureliano Chaves concorreu pelo extinto PFL. Em 2007, a sigla mudou de
nome e passou a se chamar Democratas.
distanciar do Palácio do Planalto para viabilizar o nome de Maia até
junho, quando as legendas têm de realizar as convenções para oficializar
os candidatos que entrarão na disputa.
“A nossa ideia é produzir a construção de um projeto para o futuro
que olhe a mudança que a política precisa fazer, que a sociedade espera,
a redução de gastos desnecessários, o enfrentamento claro da burocracia
brasileira”, afirmou Maia ao chegar ao evento, realizado em um
auditório na Câmara dos Deputados.
prefeito de Salvador, ACM Neto, elogiou a capacidade de diálogo de
Rodrigo Maia e disse que ele foi “decisivo para a manutenção da
estabilidade democracia deste país”.
“Confiamos inteiramente num homem público que começou a sua vida
politica nesse parlamento, cresceu nos momentos de diversidade. (…) Um
homem que foi decisivo para a manutenção da estabilidade democrata
deste país. Porque ele teve responsabilidade, maturidade, teve a
capacidade de abrir o diálogo com todas correntes, esse partido se
refunda para abrir o dialogo com o país”, discursou ACM Neto.
prestigiaram o lançamento. Entre os presentes estavam os presidentes do
MDB (Romero Jucá), do PP (Ciro Nogueira), do PSC (Pastor Everaldo
Pereira), do Solidariedade (Paulo Pereira da Silva), do Avante (Luis
Tibé), do PHS (Marcelo Aro) e do PRB (Marcos Pereira).
os partidos de centro deveriam “estar unidos” para “buscar a melhor
construção política” para o país.
“Venho com satisfação testemunhar o Democratas se fortalecendo mais
ainda. (…) Entendo que todos nós, partidos que comungamos de uma visão
de centro, moderna, que tem que valorizar a economia, todos nós temos
que estar unidos nessa transição que continua. 2018 é um período
decisivo para o Brasil. (…) Quero aqui estender a mão aos Democratas.
Temos que estar unidos, temos que buscar a melhor construção política”,
afirmou Jucá.
Pestana (MG), mandou um “abraço de todos os tucanos” e justificou a
ausência do presidente nacional, Geraldo Alckmin, que está em viagem
oficial a Washington.
esperança muito grande em você. O Brasil passa por uma das maiores
crises, principalmente na questão do emprego”, declarou o presidente do
Solidariedade, conhecido como Paulinho da Força.
Filho (Educação), do DEM, e Alexandre Baldy (Podemos), um dos políticos
mais próximos de Rodrigo Maia.
Por Magno Martins.
