“Vim par botar moral, isso aqui não é casa do Mãe Joana”, diz presidente da Câmara de Afogados da Ingazeira sobre moções de aplausos.

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Na sessão ordinária desta segunda-feira (25), o presidente da Câmara de Afogados da Ingazeira, Vicentinho, fez um pronunciamento contundente sobre a organização das sessões e o tempo destinado às homenagens na Casa.

Para o presidente, é necessário um compromisso dos vereadores em dialogar com os homenageados e explicar a situação:

“11h20 da manhã, nós ainda temos o expediente do dia, temos 13 vereadores para discutir o expediente do dia, que são 3 minutos que alguns ultrapassam, depois temos o tempo regimental, que são mais 5 minutos para cada vereador, mais um de agréscito, sem contar os que vão para o 8 ou 9. Temos o tempo de líder, temos a votação das matérias, temos os requerimentos verbais para poder encerrar a sessão. 11h22 da manhã, nós não começamos nem a sessão”, desabafou.

O presidente criticou a falta de disciplina no uso da tribuna e ressaltou que todos devem respeitar o tempo regulamentar: “…eu fico numa situação complicada, porque todo mundo quer fazer as suas apresentações, mas o culpado é o presidente”.

 

Vicente destacou a importância de disciplinar a Casa e disse que medidas serão adotadas para evitar abusos:

“Aqui ó, eu vou parabenizar, o Tenente Coronel Aristóteles e o Capitão Jobson que estiveram aqui, foram os primeiros a ser homenageados. Eles saíram agora. A gente vê outras pessoas serem homenageadas, usam o tempo que querem na tribuna. Quando termina, vão embora. Eu vou dizer mais uma vez a todos os vereadores, esse negócio de voto e aplauso, eu vou botar moral também aqui na Câmara. Eu vim para botar moral nisso aqui, isso aqui não é casa do Mãe Joana, não”, alertou.

O presidente Vicente enfatizou que o objetivo é garantir que as sessões sejam realizadas dentro da ordem regimental, respeitando o tempo de cada vereador e o planejamento das homenagens.

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