Vigário Geral da Diocese cobra políticos da região. “Quem tem discurso progressista una isso ao povo”.
O Vigário Geral da Diocese e Pároco de
Flores, Monsenhor João Carlos Acioly Paz criticou a falta de ação de
políticos no Estado e região sobre questão pontuais que tem estado
presentes na pauta do Pajeú. Foi ao falar das metas da Campanha da
Fraternidade 2015 na sua Paróquia e na Diocese.
Flores, Monsenhor João Carlos Acioly Paz criticou a falta de ação de
políticos no Estado e região sobre questão pontuais que tem estado
presentes na pauta do Pajeú. Foi ao falar das metas da Campanha da
Fraternidade 2015 na sua Paróquia e na Diocese.
“Estamos aí numa situação de estrada
precária daqui pra Sertânia (PE 292), a situação da saúde não é boa, na
educação as coisas estão mais paradas. Esse é momento para refletir e
convidar nossa classe política para olhar os mais pobres”, cobrou.
precária daqui pra Sertânia (PE 292), a situação da saúde não é boa, na
educação as coisas estão mais paradas. Esse é momento para refletir e
convidar nossa classe política para olhar os mais pobres”, cobrou.
Sem citar nomes, o sacerdote criticou
políticos que tem tido um discurso e na prática agem diferente na defesa
da comunidade. “Quem tem discurso adiantado e progressista una isso a
uma prática mais eficaz para o povo.
políticos que tem tido um discurso e na prática agem diferente na defesa
da comunidade. “Quem tem discurso adiantado e progressista una isso a
uma prática mais eficaz para o povo.
Devem servir à comunidade. Quem
ganha melhor nesse país são os políticos”, desabafou.
ganha melhor nesse país são os políticos”, desabafou.
Segundo ele, o período da quaresma é
penitencial mas também de nos voltarmos para melhorar serviços básicos
em diversas áreas como educação, saúde e segurança. “Em Flores são
tantos assaltos a supermercados, mas pouquíssimos policiais. Um
município daquele coberto com apenas quatro policiais”, denuncia.
penitencial mas também de nos voltarmos para melhorar serviços básicos
em diversas áreas como educação, saúde e segurança. “Em Flores são
tantos assaltos a supermercados, mas pouquíssimos policiais. Um
município daquele coberto com apenas quatro policiais”, denuncia.
Fonte: Nill Júnior.
