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Delegado André Beltrão explica mandados de prisão preventiva executados pela segunda fase da Operação Recidiva.

O delegado André Beltrão, da Polícia Civil de Patos, falou a imprensa local nesta terça-feira, dia 11, e na oportunidade repassou detalhes sobre a segunda fase da Operação Recidiva, deflagrada na manhã de ontem em vários estados, inclusive na Paraíba.
Papelaria_Santa_AnaSobre a prisão de Joilson Gomes da Silva, que ocorreu na cidade de Patos, o delegado comentou que a prisão preventiva do mesmo já havia sido decretada, porém o mesmo se encontrava foragido, mas veio a se entregar ainda na semana passada. O mesmo se encontra neste momento no presídio regional da cidade de Patos.
Loja_Cyte_ManiaBeltrão ainda enfatizou que a Polícia Civil cumpriu o segundo mandado de prisão contra Joilson, derivado de várias práticas, inclusive a destruição de provas importantes para investigações policiais.
CNCUm agravante para o fato foi que ligações telefônicas indicaram que Joilson recebeu ordens para destruir seu aparelho de telefone celular, com o objetivo de eliminar qualquer prova contra ele e outras pessoas investigadas.
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Em se tratando de um balanço geral da operação, o delegado informou que foram executados 6 mandados de prisão preventiva. Sendo que três prisões foram para presos que já se encontram em presídios, e mais dois para os municípios de Patos, sendo estes dois engenheiros, e mais um de João Pessoa.
Entenda

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A Polícia Federal deflagrou nesta Terça-Feira (11/12/2018) a segunda fase da Operação Recidiva, com o objetivo de desarticular organização criminosa responsável por fraudar, reiteradamente, licitações públicas em diversos municípios da Paraíba, Ceará, Pernambuco, Alagoas e Rio Grande do Norte, desviando recursos públicos em favor próprio e de terceiros, fraudando também os fiscos federal e estadual.
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A operação é realizada em conjunto com o Ministério Público Federal e o Ministério da Transparência e Controladoria-Geral da União (CGU). Após a deflagração da primeira fase da operação, restou caracterizado que os agentes criminosos estavam destruindo e ocultando provas deliberadamente para embaraçar a investigação criminal. Além disso, se comprovou a falsificação de documentos do acervo técnico das empresas para participar fraudulentamente de licitações, através de atestados/certidões falsos emitidos por engenheiros das empresas investigadas.



Gilson Pereira

Locutor e apresentador, Blogueiro, Funcionário Público e Acadêmico de Letras.Trabalho - Ocupação Identificador Civil e Criminal


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